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LIVROTERAPIA – Ônix (Saga Lux #2), de Jennifer L. Armentrout – @EdValentina

PRE-PA-RA! O segundo livro da Saga Lux veio com tudo!!!

Mas, olha, se você não leu o livro 01, Obsidiana, vai encontrar spoilers aqui (corre pra ler que é muuuuuito bom). Não tem como evitar. Resenhamos o primeiro livro também. Confira aqui.

ônixEstar conectada a ele é uma droga!

Graças ao seu abracadabra alienígena, Daemon está determinado a provar que o que sente por mim é mais do que um efeito colateral da nossa bizarra conexão. Em vista disso, fui obrigada a dar um “chega pra lá” nele, ainda que ultimamente nossa relação esteja… esquentando.

Algo pior do que os Arum ronda a cidade. O Departamento de Defesa está aqui. Se eles descobrirem o que o Daemon pode fazer e que nós estamos conectados, vou me ferrar. Ele também.

Além disso, tem um garoto novo na escola que, tal como a gente, guarda um segredo. Ele sabe o que aconteceu comigo e pode ajudar, mas, para fazer isso, preciso mentir para o Daemon e ficar longe dele. Como se isso fosse possível!

Até que, de repente, tudo muda. Vi alguém que não deveria estar vivo. E tenho que contar ao Daemon, mesmo sabendo que ele não vai parar de investigar até descobrir toda a verdade.

Ninguém é o que parece ser. E nem todo mundo irá sobreviver às mentiras.

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Resenha

Um parêntese aqui miudinho: que dedicatória linda essa da Jen (sente a intimidade): “Dedicado a amantes de livros e blogueiros literários de todos os cantos e tamanhos.” Autor que ama seus leitores/blogueiros é outro nível. ❤

Mas vamos ao que interessa!

Quem leu o livro anterior, sabe que a Katy, de forma ainda inexplicável, conseguiu canalizar o poder do Daemon e salvou todos eles, matando o Arum, isso após ela estar praticamente morta e ele usou seus últimos resquícios de força para curá-la. E agora ela começa a fazer coisas que nunca pensou ser possível.

— Essa cura que você fez… ela me mudou. Se você ainda não tinha reparado, eu não podia mover coisas antes. Não sei o que há de errado comigo.

Só que isso gerou não só uma marca gigante, como também uma bizarra conexão entre eles, do tipo “somos praticamente um só, já que até seus corações batem no mesmo ritmo”. 😮 Além disso, Daemon está agora mais doce e jura que gosta da Katy. Será que é só pelo laço que agora compartilham ou o sentimento é realmente verdadeiro? Será que o sentimento sempre esteve lá e agora ele o permitiu aflorar ou é uma ilusão? Complicado, hein? No lugar da Katy, eu também ficaria desconfiada de entrar nessa de cabeça e correr o sério risco de quebrar a cara depois. :/ Mas as faíscas agora são labaredas e quase que literalmente porque, toda vez que se beijam, algo explode! 💣

Um desejo nada saudável fez meu corpo inteiro vibrar, mas me lembrei de que aquela repentina mudança de comportamento tinha mais a ver com seu abracadabra alienígena bizarro do que com gostar de mim. Desde que Daemon me curara, após a batalha com o Arum, estávamos conectados e, embora isso parecesse o suficiente para fazê-lo querer mergulhar de cabeça num relacionamento, para mim não era.

Aquilo não era real.

Eu desejava o que meus pais tinham. Um amor incondicional. Poderoso. Verdadeiro. Uma maldita conexão alienígena não era o suficiente para mim.

Então, Katy adoece de forma misteriosa e, ao ficar boa, sua marca tem sumido totalmente. Estranho é pouco, mesmo porque, quando estava delirando de febre, ela falou coisas e pensou ter visto e sentido outras, mas é tudo um borrão.

Junte a isso a chegada de um novo garoto à escola e teremos um livro explosivo!

Blake tinha um tipo de personalidade semelhante a de Dee, o tipo que faz a gente se sentir confortável com eles. Bem diferente das farpas e alfinetadas que Daemon e eu vivíamos trocando, o que era ótimo.

Em Obsidiana, eu optei por não ler a sinopse oficial, mas sabia que ele era um alien. Nesse, por ter achado a experiência interessante, resolvi fazer o mesmo, e foi ótimo ir descobrindo as coisas junto com a Katy. Me segurar pra não procurar spoiler deveria me render uma medalha! 😀

Na minha opinião, essa posição da Katy é bem difícil. Por mais que tenham passado um livro inteiro entre tapas e beijos, a atração estava sempre presente. Então, na primeira metade de Ônix, eles ficam nessa corda bamba entre ele tentar provar que realmente gosta dela e ela temer que isso seja só mais uma das muitas reações bizarras da batalha de Obsidiana. Eu a entendo totalmente, afinal, se ela arriscar e tudo se provar uma mentira, o coração dela será estraçalhado no final. Mas, calma, que essa dúvida é sanada ainda nesse livro.

— Verdade — admitiu ele. — Mas já pedi desculpas pelo modo como te tratei. — Inspirou fundo, como que tentando reunir forças. — Eu sempre gostei de você. Desde a primeira vez em que me mostrou o dedo do meio.

— Debaixo dessa capa de cretino, existe um cara legal. Já tive alguns vislumbres dele. Assim sendo, por mais que na maior parte do tempo eu queira te espancar, realmente não acho que você seja um cara mau. Você apenas tem responsabilidades demais.

A chegada do Blake, o garoto novo que parece guardar segredos semelhantes aos deles, joga uma pimenta ardida nessa relação complicada. Prometendo ajudar a Katy a lidar com suas novas habilidades, ele imediatamente liga os sensores de desconfiança de Daemon. Será só ciúme ou há algo mais por trás? Com o coração e a cabeça em completa confusão, Katy aceita a ajuda dele.

— Você gosta daquele garoto?

— Blake? Não sei. Ele é legal.

Nesse ponto, discordo um pouco da sinopse. Não houve exatamente uma mentira. O fato de aceitar que ele a treine nunca foi escondido de Daemon, pelo contrário.

Blake é bem sedutor e Katy vê nele a chance de ter uma vida normal, dentro da realidade que ela vive agora. Ainda assim, Daemon mexe com ela como ninguém. ❤

— É como se você não soubesse que me queria até alguém mais me querer.

Então, estava eu terminando a primeira metade do livro, super envolvida nesse estica e puxa de Katy e Daemon e de olho na hora porque já estava perto da hora de dormir quando…

BUMMMMM!!! Ai, santos bebezinhos alienígenas!!! Um bomba explodiu no livro. Tão forte que quase berrei!!! 😮

— Você nunca mais será normal, Katy. Nunca mais.

Vocês não têm noção da reviravolta repentina que houve no livro. Eu dei uma pirada e tive que tirar um tempo pra assimilar tudo. Claro que esse tempo não durou nem cinco minutos porque entrei no modo “dane-se a hora de dormir” e só larguei o livro duas e meia da manhã (isso mesmo que você leu) só porque as coisas explodiram de novo e fiquei triste, precisando de um tempo pra me recuperar. 😥

Se havia aprendido algo com a doença do meu pai era que o destino não podia ser alterado. O que eu podia fazer era mudar o modo de encará-lo. Desde que me mudara para aquela cidade, desde que conhecera o Daemon e a Dee, eu havia mudado.

É, Jen, você pegou pesado nesse. Fiquei de coração partido. 💔

São tantas coisas acontecendo que os personagens mal têm tempo para lamber suas feridas. Para seu desespero, Katy percebe que uma ação sua, aparentemente inofensiva, acabou sendo egoísta e causou um efeito borboleta devastador, que com certeza ainda deve perdurar no próximo livro.

— Agora vem me dizer que o DOD está de olho em mim. Que se eu deixar a cidade, vou virar um Pacote de Salgadinhos para algum Arum. E, o melhor de tudo, que posso perder completamente o controle de quaisquer poderes que eu tenha e acabar matando uma família inteira, para depois ser aniquilada! Tudo o que eu queria fazer hoje era comer uma maldita porção de batatas fritas e ser normal!

Não era de admirar que Daemon tivesse sido tão babaca durante todos aqueles meses. Eu era um problema.

Se você acha que os Luxen só precisam se preocupar com os Arum e o DOD, aprenderá nesse livro que há coisas muito piores do que eles poderiam sequer imaginar lá fora, espreitando-os, prontos para irem às últimas consequências para conseguir o que querem, não importando por cima de quem passarão.

Minhas botas escorregaram no gelo, me fazendo brandir os braços de maneira frenética para não perder o equilíbrio. Ele, então, atacou. A explosão de luz azul me deixou cega.

A essa altura, vocês já sabem que Dawson, o irmão gêmeo de Daemon e Dee, namorou uma humana, a Bethany. Um amor tão grande que eles foram capazes de arriscar tudo para que pudessem ficar juntos. Por que estou falando deles, já que em Obsidiana ficamos sabendo que eles morreram? Bem, porque quero deixar uma pulguinha atrás da orelha de vocês. Ok, li que morreram, mas a pergunta principal é: por que morreram e por que os irmãos não puderam ver o corpo? Estranho, não? :/

Com novos conhecimentos aterradores e as piores atenções possíveis voltadas para a Katy, mal posso esperar para ler Opala, próximo livro da série, que, aliás, a Valentina colocou um trechinho só para deixar nossas lombrigas literárias em polvorosa.

E eu havia matado. Não com minhas próprias mãos, mas tinha conduzido todos em direção a isso. Pessoas tinham morrido — algumas inocentes e outras nem tanto. Mas Daemon estava certo — uma vida era uma vida. Havia sangue em minhas mãos, quer fosse do inimigo ou não, um sangue que eu não tinha como lavar, que penetrava em minha pele, deixando uma mancha escura.

Posso dar só um spoiler legal e tranquilizador depois de tantos momentos de tensão? Gostei de Katy e Daemon terem resolvido o que existia entre eles. Eu sei que uma briguinha aqui e outra acolá dá um up no livro, mas há tantas coisas para acontecer no resto da série que realmente torço pra que a união deles permaneça firme e forte porque só assim eles vencerão a guerra que se aproxima no horizonte. Finalmente entendemos por que curar humanos é algo tão abominável. 😦

Minha respiração se transformou num soluço. As palavras saíram em enxurrada, uma após a outra.

— Nunca senti isso por ninguém. Quando estou perto de você, é como se minhas pernas ficassem bambas, como se eu não conseguisse respirar, e me sinto viva… não apenas parada observando a vida passar por mim. Ninguém nunca me fez sentir nada parecido. — Recuei um passo, os olhos ardendo devido às lágrimas. Meu peito doía, prestes a explodir. — Mas nada disso importa, porque eu sei que você me odeia agora. Entendo e aceito. Só gostaria de poder voltar no tempo e mudar tudo! Eu…

De repente, Daemon estava diante de mim, envolvendo meu rosto em suas mãos quentes.

— Eu nunca odiei você.

De 400 páginas, foram aproximadamente 230 de tensão “abaixa que é tiro” e de ficar com o coração na mão, querendo ler rápido pra ver logo o que vai acontecer, mas lendo alguns trechos mais devagar pra assimilar tudo que ocorreu (esse filminho que passa na cabeça é demais) ou para se deliciar com os momentos hilários. Sim! Apesar de toda a tensão, há ótimos momentos entre eles, como Daemon ajudando a Katy a gravar um vídeo pro blog. Gente, amo demais esses dois!!! ❤

Duas metades de um mesmo átomo reunidas para formar algo infinitamente mais forte.

Entre perdas dolorosas, traições sórdidas, momentos de sofrimento extremo e um amor capaz de vencer todas as barreiras, Ônix é o tipo de livro que te fará grudar na cadeira e só levantar quando terminar. IMPOSSÍVEL de largar!!! E que venha Opala porque já estou com saudade!

Naquele momento, tudo mudou… para melhor e para pior.

— Isso não é o fim de nada para você… nem para o Daemon. É só o começo, e agora vocês sabem o que terão que encarar. Não terminem como o Dawson e a Bethany. Vocês são mais fortes do que isso.

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4 pensamentos sobre “LIVROTERAPIA – Ônix (Saga Lux #2), de Jennifer L. Armentrout – @EdValentina

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